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Os melhores jogos de 2018

Mais uma moedinha, mais uma voltinha. O ano está a acabar e sabem o que vem aí? Não rima, mas a intenção é que conta, certo? Pois é, com mais um ano repleto de bons títulos, eis que a equipa ZWAME Jogos regressa para apresentar mais uma vez as suas escolhas pessoais de título do ano. A escolha destes títulos é inteiramente baseada no gosto pessoal dos elementos podendo inclusive não conter qualquer videojogo analisado ou publicado no portal. Sem nenhuma ordem em particular, ficam então abaixo as escolhas dos nossos elementos:

Ricardo Silvestre (Daimon), escolheu God of War

“No ano passado estive indeciso entre dois títulos, mas este ano, as coisas foram mais fáceis de decidir, mesmo tendo havido mais e maior concorrência. 2018 viu o lançamento de grandes títulos, entre os quais Marvel’s Spider-Man, Forza Horizon 4, Red Dead Redemption 2 e, mais recentemente, Super Smash Bros. Ultimate. Contudo, houve um outro título que se destacou de toda a concorrência. Falo claro de God of War, um jogo que ultrapassou largamente as minhas expectativas.

Tentar romper com os moldes pré-estabelecidos por anteriores títulos da série nunca é algo fácil de fazer, e no entanto, God of War conseguiu concretizar isso exemplarmente. Não só deixa para trás uma fórmula já desgastada, como deu uma nova vida a Kratos, incutindo-lhe mais humanidade e um novo propósito. O mundo baseado na mitologia Nórdica é deveras interessante e misterioso, com novas zonas a aparecerem ao longo da aventura e, apesar de todas as mudanças na jogabilidade, Kratos continua tão mortal e poderoso como sempre. Não se trata apenas de uma lavagem de cara; God of War fez enormes e profundas alterações em todos os departamentos, mas sempre com um grande cuidado para não perder a identidade da série. E o resultado final é um excelente título a todos os níveis e o meu Jogo do Ano de 2018.”

Kenshi, escolheu God of War

“2018 foi mais uma vez um ano cheio de surpresas no que diz respeito aos videojogos. Desde jogos onde o paradigma foi alterado a sequelas maravilhosas, tornando difícil escolher apenas um título para jogo do ano pessoal. E é com opinião pessoal que me baseio.Infelizmente não pude testar tantos jogos quanto queria, mas, mesmo não testando uma panóplia de videojogos, houve alguns que me marcaram como jogos de excelência. Considero um pódio de 3 títulos (4 com menção honrosa) mas apenas um vencedor.

Red Dead Redemption 2 pela narrativa, enredo e banda sonora, é um jogo que certamente merece a atenção dos entusiastas. É sem dúvida uma pérola de videojogo. Depois temos um jogo do qual me cativou e continua a cativar pela sua simplicidade mas também por elevar o gráfico do entretenimento para o topo. Eis que Super Smash Bros. Ultimate cativa de uma forma simplista mas é um jogo cheio de alma e replay value. Quer seja a solo quer seja com os nossos amigos num sofá.

Por fim, temos o incrível God Of War. Apenas tive oportunidade de o jogar alguns meses após a sua saída, contendo-me para ler o mínimo de spoilers possíveis. É um jogo cheio de história e lore, com uma narrativa fenomenal, qualidade gráfica soberba e jogabilidade ainda melhor. É um título com tamanha envolvência que cravou um marco bastante forte na indústria dos videojogos, tendo obtido até o título de jogo do ano. God of War voltou em forte, com um aspecto e jogabilidade diferentes, e não podia estar melhor.

Além destes existiram muitos mais títulos fenomenais e com um leque tão grande de bons videojogos, torna-se difícil escolher um. Mas pelos motivos acima, God Of War mereceu a minha escolha pessoal de GOTY. Ainda assim, Detroit merece uma menção honrosa pela sua qualidade também. A Narrativa, qualidade de imagem e imersão que o jogo proporciona elevam mais uma vez um título da Quantic Dreams ao patamar de entre os melhores. Resta-me dizer, venham mais!”

ShadowPeter, escolheu Yakuza Kiwami 2

“Após ter jogado imensos jogos, alguns com muita qualidade e outros assim-assim, eis a minha decisão para o melhor jogo de 2018. Enfim, tivemos jogos de qualidade como o Call of Duty: Black Ops 4, MLB 18: The Show, Hitman 2, Yakuza 6: The Song of Life ou o Yakuza Kiwami 2. E é sem dúvida que escolho o remake do 2ºjogo da série Yakuza.

Porque é que eu não escolhi o The Song of Life em vez do Kiwami 2? É simples. Embora sejam muito parecidos em muitos aspectos (motor gráfico e jogabilidade) e de ambos possuírem voice actors excelentes e soundtracks de maravilhar os nossos ouvidos, o Yakuza Kiwami 2 consegue ser um upgrade em relação ao 6. Tem mais Heat actions, uma história ligeiramente melhor (isto apesar de ambos estarem recheados de drama e cheios de cutscenes que é impossível de ficar indiferente) e também devido ao facto de alguns mini-jogos (o Coliseu, o Blackjack, o Poker, o Oicho-kabu e o Koi-koi) que estiveram no Kiwami 1 (e não estiveram no 6), regressaram neste Kiwami 2. São estas pequenas diferenças que fazem com que o Kiwami 2 seja melhor que o The Song of Life. Uma excelente obra produzida pelo Daisuke Sato e pelo Mitsuhiro Shimano.”

Jack-O-Lantern, escolheu God of War

“Numa altura de balanços e depois de termos usufruído de uma variedade de videojogos com imensa qualidade, importa escolher aquele que, para mim, alcança a mestria numa série de categorias que o tornam harmoniosamente no melhor jogo do ano de 2018. Assim, apesar de termos tidos grandes jogos, seja pela excelência técnica e narrativa de Red Dead Redemption 2, seja pela magnitude do mundo aberto de Assassin´s Creed Odyssey ou pequenas aventuras mais intimistas tão poderosas quanto Fe ou Unravel 2, dou enfâse àquele que, para mim, é o mais completo e que se destaca entre todos: God of War.

God of War é um jogo que apostou no risco de quebrar com os cânones da franchise e características de jogabilidade já conhecidas, para incutir inovação e uma abordagem refrescante e tão poderosa. Facilmente cativante para novos jogadores como para apreciadores dos jogos anteriores, God of War é um hino aos videojogos, por ser tão consensual na elevada qualidade da sua história, vozes, música, jogabilidade e longevidade e um título obrigatório na biblioteca de qualquer apreciador de jogos poderosos. Em 2018, na minha apreciação comparativa, não haverá guerra de tronos que retirem a vitória de jogo do ano a God of War.”

A equipa ZWAME Jogos apresenta as suas escolhas pessoais de título do ano.

João Lopes (Hellfire), escolheu Super Smash Bros Ultimate

“Tendo sido um ano em que o tempo para jogar foi escasso, só dediquei tempo a alguns dos principais lançamentos da Switch, tendo-me passado ao lado muitos excelentes jogos que saíram em 2018, desde produções indie aos grandes blockbusters. Foi óptimo revisitar clássicos modernos como Donkey Kong Country: Tropical Freeze e Dark Souls – dois dos meus jogos preferidos de sempre – e uma alegria explorar Kanto de novo em Pokémon Let’s Go, Pikachu!/Eevee!, mas é impossível não dar o troféu a Super Smash Bros. Ultimate. Acessível, profundo, absurdamente polido e com imensa atenção aos detalhes, Super Smash Bros Ultimate é uma delícia de jogar e está a rebentar de qualidade, conteúdo e amor pela história da Nintendo (e não só). Vai ser difícil largar o jogo durante muito, muito tempo. “

E qual foi o vosso jogo do ano? Deixem as vossas escolhas nos comentários em baixo ou passem pelo nosso fórum.

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