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Os melhores jogos de 2019

O Natal está aí à porta e o ano está quase a acabar. Isto significa que está na hora de a equipa ZWAME Jogos apresentar mais uma vez as suas escolhas pessoais de melhor título do ano. A escolha destes jogos é inteiramente baseada no gosto pessoal de cada um dos elementos da equipa, podendo inclusive não conter qualquer videojogo analisado ou publicado no portal. Mas sem mais demoras e sem nenhuma ordem em particular, seguem-se então as escolhas dos nossos elementos:

Ricardo Silvestre (Daimon), escolheu Death Stranding

“O ano de 2019 teve um pouco de tudo, incluindo regressos de séries há muito desaparecidas, remakes e remasters de clássicos títulos, e alguns novos grandes lançamentos. Resident Evil 2 Remake, Devil May Cry 5, Sekiro: Shadows Die Twice e Ace Combat 7 são apenas alguns exemplos que provam que 2019 foi mais um bom ano para qualquer fã de videojogos. Ainda assim, na minha opinião, outros dois jogos destacaram-se dos demais: Control e Death Stranding.

Tanto Control como Death Stranding destacaram-se porque apresentam muitos momentos fascinantes e criativos, enredos com uma forte componente paranormal, e uma experiência geral bastante diferente do habitual. Foi difícil escolher, pois ambos os jogos oferecem uma experiência memorável imperfeita, mas no final, Death Stranding acaba por levar a vantagem. Death Stranding é um jogo em que os inimigos são os terrenos acidentados, as montanhas e a chuva, e o que importa é a jornada até ao destino e não o que acontece no destino. E foi esta completa mudança na fórmula open world que me prendeu do início ao fim e que me motivou a jogar mais algumas dezenas de horas após ter visto os créditos finais. Sem dúvida que este é um título difícil de assimilar, porque é uma obra que não joga pelo seguro, mas na minha opinião, essa é a sua maior força.”

Jack-O-Lantern, escolheu A Plague Tale Innocence

“A escolha daquele que será considerado o jogo do ano de 2019, será sempre uma apreciação pessoal e bastante subjectiva, face aos critérios utilizados no sublinhar das qualidades mais marcantes que o fazem destacar entre os demais. Torna-se muito difícil limitar a escolha apenas a um jogo e damos por nós a ir aos detalhes comparativos que procuram fazer a pequena diferença que fazem merecer a menção. Foi nesta mescla de sentimentos que me envolvi ao fazer uma retrospectiva daqueles que considero os melhores jogos deste ano. Se por um lado queria destacar Control, um excelente jogo da Remedy, com imensa criatividade e qualidade, ou o Star Wars Jedi: Fallen Order, enquanto grande produção com muitos pontos fortes na mescla de géneros e estilos de jogo num só, por outro lado, não consigo desligar-me de A Plague Tale Innocence, enquanto título que me agarrou em todos os momentos até o finalizar.

Assim, destaco A Plague Tale Innocence como o meu jogo do ano de 2019, um título muito marcante, pela sua qualidade a vários níveis, em particular no que diz respeito à história, ambiente, banda sonora e jogabilidade de pendor stealth, que, podendo ser mais variada, está suficientemente bem integrada no seu todo. A história de Amicia e do seu pequeno irmão Hugo é bastante intensa e a recriação histórica da França medieval que assistiu às nefastas consequências da peste negra e da perseguição imposta pela Inquisição está muito envolvente e imersiva. A escolha entre tantos títulos de qualidade reconhecida é inevitavelmente redutora, mas, quando um jogo me agarra do início ao seu fim, é sinal da intensidade com que este me marcou e nesse aspecto A Plague Tale é um jogo único e com grande qualidade.”

ShadowPeter, escolheu Samurai Shodown

Para mim, o melhor jogo de 2019 é o Samurai Shodown. Não foi fácil decidir-me entre este, o Crash Team Racing: Nitro-Fueled (mais o conteúdo grátis oferecido desde o seu lançamento) e o remake quase excelente do MediEvil. Mas no fim, acabei por decidir que o jogo de luta da SNK merece o título de melhor jogo de 2019.

A razão é simples. O Samurai Shodown apresenta um sistema de combate algo inovador e competitivo, visualmente é muito bom e o mesmo vale para a banda sonora tipicamente nipónica. Pode-se dizer que a “paciência é uma virtude” é uma coisa que se aplica neste Samurai Shodown, até porque o contra-ataque é a chave para o nosso sucesso. Este é um jogo de luta de enorme qualidade.

João Lopes (Hellfire), escolheu Luigi’s Mansion 3

2019 foi mais um ano em que joguei consideravelmente menos do que queria. Crescer é assim. O Sekiro está “por abrir”, assim como o Devil May Cry V; o remake do Resident Evil 2 está por acabar e só agora é que estou a chegar ao fim do Pokémon Shield. Foi um ano repleto de jogos supostamente óptimos, mas quem tem tempo para jogar tudo?

Se tiver de escolher um jogo como o melhor de 2019 (entenda-se: o meu jogo preferido de 2019), saltam-me à cabeça dois jogos: Fire Emblem: Three Houses e Luigi’s Mansion 3. Claro, Three Houses seria uma escolha mais óbvia e porque não? O jogo é excelente, tem imenso conteúdo, é altamente “rejogável” e ainda há todo o drama, intriga e personagens para conhecermos. Por outro lado, sinto-me a ser aspirado para o lado do Luigi’s Mansion 3. Talvez precisamente por ter menos tempo para jogar, mas aquela experiência mais curta e concentrada, tão polida e interactiva e, acima de tudo, tão divertida, é capaz de ter sido a melhor que tive num jogo este ano. Às vezes o melhor é ir pelo instinto; sendo assim, Luigi’s Mansion 3 é o meu jogo do ano de 2019!

E qual foi o vosso jogo do ano? Deixem as vossas escolhas nos comentários em baixo ou passem pelo nosso fórum.

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